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Calabouço dos Mortos

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101 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:07 pm

Alterax

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102 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:13 pm

- Toma viado. -falei após ver ele cair no chão. Eu não sabia exatamente se ele estava morto.

Caminho em direção ao carrasco, mirando em seu corpo. Com uma das mãos na ferida que fizera quando lançou a lâmina.

- E aí seu falador de merda.

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103 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:31 pm

Alterax

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— É. Eu acho que sim. — Disse o anão, receoso.

Quanto mais andavam, pior o ambiente do local se tornava. Aquilo se tornara mais sinistro do que já era, e o ar estava cada vez mais abafado, impossibilitando que tivessem uma respiração saudável. Ao chegarem no fim do corredor, notam uma espécie de buraco com profundidade impossível e com várias correntes que pareciam se estender por todo seu decorrer. No lado esquerdo, havia um túnel contínuo e, ao lado direito, uma escadaria que guiava para um andar superior.




— Tudo bem, tudo bem... — disse o garoto, bocejando. Saltou, agarrando a parte inferior do alçapão, erguendo-se do chão e ficando pendurado ali. — E aí, amigo?

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104 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:36 pm

O carrasco morreu na hora.

Em seu corpo havia 5 adagas diferentes, 2 facas pequenas (sem contar as que ele jogou), 2 tesouras, 1 facão e uma camiseta esfarrapada e uma calça marrom.
Ele possuía 14 pratas no bolso e uma caixa com agulha e linha.

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105 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:38 pm

- Algo me diz que descer é lucrativo, mas isso é meio idiotice. Também acho que ir para o lado é mais seguro que seguir reto, não sei... minha intuição normalmente é boa, o que acha, anão?

Pergunto a ele, indecisa do que fazer.

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106 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 10:55 pm

- Só deixa eu abrir isso. Falava enquanto procurava uma forma de abrir o alçapão para que pudesse tirar o garoto de dentro daquele buraco. Oferecia a mão para ajuda-lo a subir até onde estava, tomando o devido cuidado para nenhum de nós cairmos.

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107 Re: Calabouço dos Mortos em Qua Nov 26, 2014 11:06 pm

Alterax

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— Talvez devêssemos seguir em frente ao invés de descer ou subir, não? — disse, ofegante. O anão tinha dificuldades para respirar assim como Aisha, uma vez que o ambiente era tão abafado. — Bem, eu não sei. Vá por onde quiser, mas diga que iremos encontrar roupas e que poderemos descansar daqui a pouco...




O garoto segurou firmemente na mão de Ulf e ergueu-se, subindo no que, para ele, parecia uma espécie de caverna metálica. Olhou bem ao redor e notou que aquele lugar dava acesso a diferentes pontos de um grande corredor de selas. Rolou os olhos e aproximou-se de Ulf, estendendo a mão para o mesmo.
— Sou Azenum, o disparo da mor-- — Fez uma pausa, coçando a garganta — Bem, esqueça deste título. De nada vale por aqui. — Sorriu, olhando ao redor e caminhando por onde haviam determinados buracos, observando melhor as outras selas.
— Como diabos foi que conseguiu chegar até aqui? Ou melhor, por que diabos haveria um lugar como esse no calabouço? — Indagou.

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108 Re: Calabouço dos Mortos em Qui Nov 27, 2014 12:20 am

Remover o garoto de sua cela havia sido muito mais fácil do que poderia pensar. Nenhum guarda para investigar, nenhum barulho alto demais para chamar atenção, nenhuma armadilha naquele alçapão. Tudo parecia tão estranhamento fácil que não podia deixar de pensar que havia esquecido algum fato de grande importância, provavelmente descobriria, em alguns instantes, apesar de não gostar em nada da probabilidade de ser pego de surpresa. Estendia a mão, aceitando o cumprimento do garoto, notando facilmente seu titulo meio dito. Não é todo dia que se encontra alguém que se chama Disparo da Morte, provavelmente o garoto tinha uma boa razão para ter sido levado até a fortaleza, provavelmente estava mexendo com algo que fosse melhor deixar de lado, ignorar e seguir meu caminho, provavelmente estaria fazendo uma ótima aposta.

- Ulf, cavaleiro e escravo. Dizia as palavras em uma breve apresentação recolocando a mascará de ferro. Azenum parecia realmente intrigado com o que acontecia ao nosso redor, às camarás normalmente acabariam com a sanidade de muitos, mas o garoto parecia estranhamente calmo. - Pense no lugar como a pior prisão que existe em nosso plano, a única diferença é que ao invés de te deixarem apodrecer, eles fazem você desejar estar morto. Faz com que me pergunte o que alguém tem de fazer pra merecer uma coisa dessas. Olhava de relance para Azenum esperando uma reação. - Fui capturado por uma milícia enquanto caminhava até Elvarin, eles me jogaram na frente do castelo e fugiram, o que deu tempo o bastante para que pudesse lidar com os guardas que haviam vindo me trazer a masmorra. O problema é que logo após, esbarrei em uma tempestade de neve, pela força dela minha melhor escolha era invadir a masmorra..

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109 Re: Calabouço dos Mortos em Qui Nov 27, 2014 6:23 pm

- Então, anão, está decidido, iremos para o lado.

" Espero que o ar mude como estava no inicio do corredor, e o fedor diminua. "

Eu então começo a andar ao lado do anão, rumando até o desconhecido do mesmo andar.

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110 Re: Calabouço dos Mortos em Qui Nov 27, 2014 11:11 pm

Alterax

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— Foi capturado? — O garoto gesticulava com as mãos, ironizando a situação de Ulf — Assim, sem fazer nada? Se foste capturado, é porque fez algo, amigo... — Colocou a palma da mão sobre o rosto e esfregou os olhos — Bem, por onde é que você veio? — Indagou, ajeitando os velhos trapos que os mortos-vivos haviam lhe dado e esfregando as mãos, esquentando-se — Nós vamos dar o fora daqui!, nós vamos dar o fora daqui agora! — Afirmou. Sua atitude mudara subitamente: de calmo, passou para algo nervoso, impaciente e desesperado — Há algo aqui. Uma energia. Tal qual pulsa e emana poderosa.




O anão apenas seguiu Aisha, tossindo.

Seguiram o primeiro caminho e deram de frente com outro corredor. Diferentemente de antes, não havia mais fedor, embora o ar continuasse abafado e a respiração por ali fosse difícil. Haviam três portas comuns, de madeira. Aquilo era extremamente semelhante às construções humanas; era como se estivessem dentro de uma grande mansão ou castelo de origem humana, não pós-morte.

A segunda porta estava trancada com um grandioso cadiado de total origem undead. Era possível notar isso devido aos símbolos os quais haviam sido cravados e também pela maneira a qual foi forjado. Aquele era o fim do corredor.

O local era extremamente silencioso, e o único barulho emitido era o de gotas de água caindo continuadamente, o qual ecoava por todo o corredor.

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111 Re: Calabouço dos Mortos em Qui Nov 27, 2014 11:25 pm

- Tá, talvez, só talvez nós deveríamos ter apenas subido... Essa porta com cadeado, ela é sinistra.


" E o ar nessa merda continua horrível, mesmo não tendo aquele cheiro podre. "

- Hey, espera ai, isso aqui tá bem diferente do resto, não? Será que é a parte dos comandantes humanos? He-he... talvez dar uma olhada por aqui não seja má ideia, uma vingança de leve nunca faz mal, não é baixinho? - Disse, e pela primeira vez tomando a iniciativa na andada, indo pela primeira porta da esquerda silenciosamente.

" Aqui no minimo deve ter alguma roupa, caralho... lugar de bosta, argh, isso tá um pé no saco! Por que diabos eu estou aqui, pra começar? Arghhh! "

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112 Re: Calabouço dos Mortos em Qui Nov 27, 2014 11:56 pm

- Vinha de Quorin'Val a procura de minha mestra que a está altura já deve estar em Elvarin. Fazia uma pausa me lembrando de como tinha acontecido. - Provavelmente viram alguém com uma marca de escravo caminhando sozinho e pensaram que era um fugitivo, a próxima coisa que me lembro, é de acordar próximo ao calabouço. Terminava minha história, me surpreendendo com a repentina alteração no humor do garoto. Tínhamos de fugir? Ele sentia uma energia? Pela forma que o garoto usava energia anteriormente supunha que ele estava certo em pensar algo do gênero, ao menos suas capacidades arcanas seriam maiores que as minhas, ao menos isso deveria garantir uma melhor percepção para com forças semelhantes. - Muito bem, só não reclame caso congelar. Falaria enquanto voltaria pelo corredor que havia entrado, seguindo para fora da fortaleza.

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113 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 12:10 am

Alterax

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Ao abrir a porta daquele quarto, Aisha depara-se com uma queda livre em abismo o qual parecia não findar.




O garoto segue Ulf calmamente e observa tudo ao redor.
— Preciso de roupas para o frio. Tens algo? Ou ao menos poderia me emprestar sua capa de peles, uma vez que o resto da armadura já lhe aquece? — O rapaz indagou, educadamente.

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114 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 12:16 am

- Duvido que vá ajudar alguma coisa naquela nele, mas suponho que seja melhor do que nada. Falaria enquanto removia a capa e a entregava para Azenum, o código dos cavaleiros implicava na proteção daqueles mais fracos sempre que possível. - Se desejar algo realmente quente, é mais fácil tomar algo dos mortos, pode feder, mas se acostuma e ainda é quente o bastante. Falaria enquanto voltaria a caminhada para fora do local.

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115 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 10:17 am

Quase um com passo em falso caio no buraco, entretanto antes disso paro e recuo.
Um certo gelo sobe sobre meu corpo, eriçando os pelos de meu corpo.

" Isso sequer parece ter fundo... esse local é muito sinistro... "

- H-Hey, baixinho... talvez não tenha os chefes aqui, eu não sei, esse local está me dando arrepios, talvez voltar seria algo sábio?

Dizia enquanto recuava, me agachei e peguei algum objeto, jogando até o abismo e de longe observando desaparecer, esperando quando fosse fazer algum barulho, se fizesse algum.

- Já viemos até aqui, vamos ao menos olhar a outra porta aberta. - Aisha foi em direção a terceira porta, a abrindo com cuidado desta vez.

" Não como se eu quisesse, mas... "

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116 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 10:29 pm

Alterax

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Azenum tomou a capa e colocou-a logo em seguida. Ao finalmente terem saído daquele grandioso corredor superior o qual dava uma visão e passagem total para aquela seção de tortura, Azenum se surpreende com a pequena sala a qual possui várias portas.
— O quê? É sério? ... Existe um lugar desse jeito por aqui? — Indagou-o, enquanto analisava o local com os olhos. Estava estranhando tudo aquilo — E essa escrivaninha aqui...? Isso não é algo típico da raça humana? — Questionou, surpreso com toda a estética anterior do local. Surpreendeu-se também com aquela estranha cela.




O terceiro quarto possuía uma escadaria em frente (nove degraus largos), a qual guiava para um salão o qual guardava várias armaduras: armaduras de couro leve, armaduras de couro com algumas partes em ferro e/ou aço e grandiosas armaduras feitas de aço. Todas eram foscas. Malha de correntes, malha de couro, trapos e/ou roupas inferiores. Elmos, luvas, botas, cotas, calças e capas. Estavam em tanta quantidade que parecia ser ali onde os mortos-vivos se equipavam.

A situação era estranha demais e o Anão começava a suspeitar daquilo, uma vez que tantas coisas não poderiam se reunir num lugar tão afastado e sútil, diferente do resto do calabouço. Aquilo só poderia ser uma emboscada ou simplesmente um setor esquecido. Quem iria saber? Adentrou o local calmamente, descendo as escadas até o sexto degrau.
— Aparentemente tivemos sorte, moça... — disse, olhando ao redor e analisando.

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117 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 10:51 pm

- Também pensava isso no começo, mas agora. Dava de ombros. - Começo a pensar que os mortos não são tão estúpidos quanto pensava, alguns deles até parecem ser capazes de falar em um dialeto estranho. Quem sabe um ou outro deles não é esperto o bastante pra criar uma fortaleza... Voltava a olhar pelas portas. - Então ainda sente aquela energia? Creio que podemos descobrir mais sobre isso tudo se investigarmos mais, não que esteja ansioso em me deparar com algum tipo de aberração.

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118 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 11:04 pm

- De fato, se isso não tocar um alarme ou estiver amaldiçoado, finalmente algo descente para vestir.

Desci as escadas com ele, cuidadosamente analisava o chão, ainda com medo de antes, ao pisar no chão, fiquei no último degrau, garantindo que não era um buraco, então desci. Olhei ao redor, procurando alguém guardando aquilo, silenciosamente, e então fui pegar alguns equipamentos.

Itens:
Foi pego: Roupas intimas - Armadura de couro com partes de ferro - Uma luva de couro - Bota de couro - Elmo extremamente bem trabalhado, se destacando dos outros. - Calça de couro com partes de ferro - Uma capa negra que cobria todo seu tórax e parte de sua cintura, com um capuz

Armadura:


Elmo:

Capa:



Última edição por Aisha Belrolevi em Sab Nov 29, 2014 12:06 am, editado 1 vez(es)

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119 Re: Calabouço dos Mortos em Sex Nov 28, 2014 11:41 pm

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— Eu não estou nem um pouco interessado em ficar por aqui! — Disse o rapaz, determinado, enquanto caminhava em direção à porta de saída. Estalou os dedos e então a abriu, retirando-se do lugar, coberto por aquela grandiosa capa — Ahh...! — Suspirou, aliviado — Por mais frio que esteja, devo confessar que a sensação de "liberdade" é insubstituível! Sinto minhas energias voltando!! — Afirmou, animado. O garoto sentia frio e estava trêmulo, embora demonstrasse suportar tudo aquilo. Rolou os olhos e quase não pôde enxergar nada, exceto por mortos-vivos os quais estavam próximos ao portão frontal do calabouço.




O anão indignado por não encontrar nenhuma armadura completa a qual se ajustasse a seu tamanho, recolheu roupas comuns, uma bota de aço fosco pesada, luvas, uma malha de correntes e duas ombreiras também de aço fosco. Pegou um grandioso manto e rasgou-o na metade, ajeitando-o em si logo em seguida.
— Agora só precisamos de armas e conseguiremos destruir qualquer um que entre em nosso caminho! — Afirmou o anão, contente com a situação.

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120 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 12:11 am

- Esse é o espirito baixinho! Haha

" Mas, essa armadura é extremamente leve, é incrível como se encaixou bem em mim. De fato, com minhas garras duvido que alguém me ganhasse no momento. "

- Bem, talvez na sala com cadeado tenha armas?

Então comecei a subir as escadas, dando uma última olhada pelo local, procurando algo interessante, se nada notasse, chegaria ao topo e tentaria abrir a segunda porta com cautela.

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121 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 12:12 am

- Duvido que os mortos simplesmente deixem que passemos. Se não se importa acho melhor eu lidar com eles a principio, é melhor preservar suas chamas, precisaremos delas pra atravessar a nevasca. Falaria as palavras enquanto caminharia para o esqueleto mais próximo, sacando a espada e golpeando em sua cabeça.

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122 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 12:23 am

Alterax

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— Tudo bem, "lide" com eles. — disse, ironizando a palavra lide. Distraiu-se por um momento. "Hã? Chamas...?" Pensou Azenum, indignado com Ulf, que mal soube distinguir suas habilidades mágicas demoníacas de um simples piromaníaco.
— Não são chamas, não! Minha magia canaliza energia caótica vinda do abismo para que eu possa utilizar ofensivamente, imbecíl. Tsc. — Olhou para Ulf com uma expressão que demonstrava desprezo, mas logo voltou ao normal.




Aisha ouvia leves e soturnos barulhos e suspiros intensos, entretanto cada vez mais fracos, através da porta com o cadeado. Não havia notado nada de interessante além disto.

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123 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 12:30 am

Ao ouvir a respiração de algo, meu coração acelerou, o meu corpo havia ficado paralisado, uma sensação de medo, não, de pavor tomava conta da minha mente, minhas mãos começaram a tremer lentamente junto de minhas pernas que fraquejavam.

" C-Como... algo aqui, vivo... "

Cambaleando para trás, me encostei na parede, sem sequer notar que havia recuado tanto, o tempo parecia ter se distorcido e alguns segundos apenas se passado, então ouço o anão me chamando e saio desse transe.

" Por que eu senti tanto medo? Idiota! Sua idiota! "

Dizia para mim mesma nos pensamentos, fechando meu punho e dando um soco na parede de costas, recobrando a postura e pegando algum fôlego, mas mesmo após me recompor, meu coração ainda estava acelerado, e ao olhar para a porta isso não diminuía.

- Eu juro que ouvi algum barulho do outro lado da porta... Caralho, isso foi assustador, como alguém estaria vivo aqui? - Dei uma pausa, cogitando o que acabara de falar " Espíritos, mortos-vivos, demônios, criaturas mitológicas... na realidade sim, tem chances de existir algo ali "

-Anão, você poderia tentar se comunicar? Você sabe duas línguas no mínimo, talvez entenda algo se ele responder. " E meus instintos não me permitem me aproximar dessa porta, não ainda... "

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124 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 12:33 am

Então o garoto era sensível a respeito de seus poderes? Chamas ou capacidades demoníacas, qual seria a grande diferença? Nenhuma das capacidades tinha conseguido tira-lo daquele calabouço, era justamente esta a razão pela qual preferia as verdadeiras armas. Todo mago tende a negligenciar seu próprio corpo, pensando que apenas suas palavras de poder e capacidades espirituais são dignas de tempo. Tolos em minha opinião, a verdadeira capacidade está na força que é carregada sempre, seja ela transmitida pela lamina de espada, a ponta de uma lança, ou o disparo de uma flecha. De que adianta tanta inteligência se ele mal poderia arrebentar aquelas algemas sozinho.

- Ao menos agora, a alcunha de Disparo da Morte faz sentido. Brincava com as palavras caminhando contra o morto mais próximo.

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125 Re: Calabouço dos Mortos em Sab Nov 29, 2014 11:28 am

Alterax

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Admin
Os suspiros demonstravam ser cada vez mais fracos, demonstrando vir de algo/alguém moribundoo. Alguns sútis e sombrios ruídos surgiam e ecoavam pelo local... mas não vinham da porta, de onde originavam-se os fracos suspiros.




O morto reage rapidamente e ataca Ulf com sua espada de maneira vertical em seu tórax, visando rasgá-lo. Ele carregava uma Claymore. Azenum permanece observando.

A tempestade de neve tinha enfraquecido-se, deixando a visão ao redor e também a temperatura no corpo de Ulf e de Azenum mais confortável, diferente de anteriormente, quando Ulf teve de fugir para o calabouço para se abrigar.

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